Há uma frase do filósofo chinês Lao-Tsé que diz: “Conhecer os outros é inteligência, conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria. Controlar os outros é força, controlar a si próprio é verdadeiro poder.”. Ela não poderia ser mais verdadeira. Mas o que é conhecer e  controlar a si próprio, afinal? A resposta é simples: saber quem você é e dominar seus sentimentos significa ter a famosa inteligência emocional.

No entanto, alcançar esse status não é algo que possa acontecer da noite para o dia e requer muita dedicação, empenho e disposição para abandonar antigos hábitos e incorporar uma rotina com mais positividade, resiliência e empatia, qualidades essenciais para desenvolver o QE (quociente emocional).

Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre ele, confira o artigo abaixo e descubra como a inteligência emocional pode ser o trampolim que faltava para a sua carreira profissional. Vamos lá?

Definição de inteligência emocional

Como dito acima, a inteligência emocional é a capacidade de gerenciar as emoções e compreender a origem dos próprios sentimentos, além de conseguir se colocar no lugar do outro e sentir junto com ele, sem julgamentos e preconceitos.

De acordo com o psicólogo norte-americano Daniel Goleman, considerado o pai da Inteligência Emocional, um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que tem a habilidade de criar motivações para si mesmo e de persistir em um objetivo apesar das adversidades, mantendo-se otimista e conseguindo controlar os impulsos para que eles não atrapalhem na capacidade de raciocínio e de tomada de decisões.

Olhando assim, até parece que esse indivíduo é um ser inatingível e muito próximo da perfeição, não é mesmo? Na verdade, as pessoas dotadas de um QE alto não se consideram nem remotamente perto de serem perfeitas, muito menos superiores a alguém.

Isso acontece porque aqueles que são emocionalmente inteligentes são os que mais entendem o conceito de que quanto mais conhecimento se adquire, mais se descobre que há muito mais por adquirir, ou seja, eles nunca se acomodam e sabem que há sempre espaço para o crescimento, seja profissional, seja pessoal.

Mas será que eu consigo?

A resposta é um grande e sonoro sim. Todos os seres humanos têm a capacidade de harmonizar razão e emoção e equilibrar seus pensamentos e sentimentos — isso é, alcançar a inteligência emocional.

No entanto, se você tem essa dúvida, é aconselhável começar sua jornada pelo desenvolvimento emocional e, a partir daí, focar no aumento da sua autoconfiança e autoestima, afinal, ninguém consegue ser emocionalmente inteligente se não tiver convicção em suas próprias competências pessoais e profissionais. Esse é o primeiro — e talvez o mais importante — passo rumo ao controle dos sentimentos.

Quociente de inteligência e sua importância

O QE ainda não é um conceito muito difundido na nossa sociedade e muitas pessoas desconhecem o seu significado. Algumas, inclusive, confundem QE com QI e não sabem a diferença entre eles. Entenda melhor abaixo.

Quociente emocional (QE) x quociente de inteligência (QI)

Em uma explicação simplificada, o QI se refere somente à aptidão de um indivíduo em compreender símbolos matemáticos e linguísticos, ao passo que o QE engloba a capacidade de autoconhecimento, autocontrole e uso das emoções em prol do gerenciamento adequado das relações interpessoais.

Em épocas não tão longínquas assim, somente os resultados do teste de QI eram suficientes para atestar o nível de capacidade intelectual de um indivíduo. No entanto, muitos estudos foram realizados e chegou-se à conclusão de que a realização de apenas um exame padronizado e descontextualizado é absolutamente ineficaz para medir a inteligência humana.

Isso aconteceu porque os estudiosos do ramo entenderam que as nossas habilidades cognitivas são multifatoriais, ou seja, nossa inteligência é o resultado de uma combinação de diversos fatores, sendo a utilização do pensamento cognitivo e emocional para a resolução de problemas do dia a dia um desses elementos. Esse é um dos mais conhecidos critérios utilizados para medir o quociente emocional de uma pessoa.

A importância do QE para o crescimento profissional

Ao longo dos últimos anos, os profissionais da área de recursos humanos, bem como gestores e donos de empresas, têm prestado bastante atenção ao quociente emocional na hora de contratar e promover funcionários. Alguns, inclusive, dizem que não empregariam um candidato se ele obtivesse um resultado insatisfatório nos testes de QE, ainda que seu QI tivesse uma pontuação considerada alta.

A afirmação acima é respaldada por uma pesquisa publicada no site da CareerBuilder, uma das principais empresas de recolocação profissional dos Estados Unidos. O estudo entrevistou mais de 2.600 gerentes de recrutamento e seleção e 71% desses profissionais afirmaram que dão mais valor à inteligência emocional de um candidato do que o seu nível de raciocínio lógico, sua memória de curto prazo e sua capacidade linguística (elementos esses utilizados nos testes de QI).

Isso não quer dizer que os gestores contratariam alguém que não tivesse os requisitos e conhecimentos técnicos necessários para a função somente se aquele candidato apresentasse um bom QE, pois isso seria, no mínimo, irresponsabilidade. O que a pesquisa mostrou é que a inteligência emocional é um grande critério de desempate quando dois profissionais concorrendo pela mesma vaga apresentam certa equivalência em suas formações acadêmicas exigidas para o cargo.

Por que a inteligência emocional é tão valorizada pelos profissionais de RH

Os colaboradores emocionalmente inteligentes, de qualquer área e/ou posição hierárquica, estão sendo altamente reconhecidos e prestigiados porque suas atitudes contribuem para o crescimento da empresa — o que acontece devido à sua capacidade de se desenvolver profissionalmente e de auxiliar no desenvolvimento de seus colegas de trabalho. Na maioria das vezes, os funcionários com alto grau de inteligência emocional:

  • conseguem lidar com a pressão no trabalho de maneira saudável e ainda a utilizam como combustível para serem mais produtivos;
  • importam-se verdadeiramente com seus colegas de trabalho e sempre estão prontos para ajudar e tirar dúvidas dos que trabalham ao seu redor;
  • tomam decisões mais acertadas que impactam beneficamente a empresa e o trabalho dos outros funcionários;
  • são humildes e não deixam o ego controlar suas atitudes, ainda que tenham altos cargos na empresa;
  • cumprem suas promessas e são exemplo para os outros por meio de suas ações, e não pelos discursos;
  • entendem que pessoas felizes, bem tratadas e respeitadas trabalham muito mais e melhor.

Papel do autoconhecimento no desenvolvimento profissional

O autoconhecimento é um dos pilares da inteligência emocional e está diretamente ligado ao sucesso profissional e em todas as esferas da vida.

Importância do autoconhecimento

“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses”, já dizia Sócrates quase 2.500 anos atrás. Naquela época, o filósofo já entendia que, antes de desbravar o mundo, é preciso primeiro desbravar os mistérios de si mesmo. Ele sabia, inclusive, que alguns seres humanos preferiam enfrentar leões a ter que dominar os próprios demônios e que era só uma questão de tempo para essas pessoas serem devoradas pelas feras externas.

“Mas por que se conhecer é tão importante?”, você deve estar se perguntando. Simples: a resposta é felicidade. Como dito acima, seres humanos felizes vão mais longe, ambicionam mais e têm o combustível necessário para superar as próprias limitações. Mas ser feliz, verdadeiramente feliz, é algo que só é possível quando nos conhecemos, nos aceitamos e, mais ainda, nos amamos. É um caminho de dentro pra fora e não o contrário, como muitos ainda pensam.

É por isso que felicidade e autoconhecimento andam sempre juntos e são o oxigênio que alimentam e mantêm acesa nossa chama em busca de crescimento e evolução, inclusive no âmbito profissional.

Conhecendo-se profissionalmente

O profissional que conhece a si próprio sabe exatamente aonde quer chegar e quais são suas metas e objetivos. A partir disso, consegue mapear os passos necessários para alcançá-los e pavimenta seus caminhos com materiais preciosos encontrados nele mesmo: autoconfiança, autoaceitação e autoafirmação.

Mesmo se houver barreiras ao longo do percurso, o profissional que se autoconhece não desviará da trajetória e saberá como contorná-las, ainda que um obstáculo o pegue desprevenido e o faça tropeçar. O que é uma promoção que não veio, um feedback injusto e até mesmo uma demissão inesperada para quem tem convicção de suas competências e de seu valor? Apenas mais uma dificuldade a ser vencida e um novo aprendizado.

É por isso que, de acordo com uma pesquisa feita pelo World Economic Forum, competências como autoconhecimento e controle das emoções estarão entre as 10 melhores e mais procuradas habilidades profissionais até o ano de 2020.

Inteligência para liderar

Imagine a situação: um gestor de uma grande empresa, graduado em cursos de prestígio e com uma grande bagagem profissional, é flagrado socando a mesa e gritando palavrões aos quatro ventos porque não soube lidar com alguma adversidade.

A maioria das pessoas deve se perguntar: “como um profissional desse gabarito e de inteligência tão evidente pode ter tido essa atitude tão irracional e estúpida”? A resposta é bastante clara: inteligência acadêmica nada tem a ver com inteligência emocional e controle das emoções.

É por isso que, como foi dito acima, um alto QI pode ser insuficiente para liderar uma equipe de maneira adequada, saudável e eficaz. É claro que aliar QI e QE em um mesmo patamar seria a solução ideal, mas, no mundo real, a maioria dos gestores não consegue ter esse equilíbrio e, às vezes, gerenciar pessoas, dar feedbacks, saber ouvir problemas e propor soluções são desafios que necessitam muito mais de quociente emocional do que de conhecimentos acadêmicos.

Liderança x descontrole emocional

De acordo com um estudo realizado pela Revista Forbes, as profissões que requerem gerenciamento de pessoas, em qualquer área ou segmento, estão entre as 10 mais estressantes de todas. Isso porque, às vezes, resolver questões administrativas e burocráticas é muito mais fácil do que lidar com a complexidade de gerir o capital humano de uma empresa.

Os sintomas físicos desencadeados por crises de estresse e de descontrole emocional podem ser bastante incômodos e potencialmente incapacitantes, como dores de cabeça, problemas digestivos, batimentos cardíacos acelerados, rigidez muscular, falta de concentração e até mesmo queda de cabelo.

Agora, imagine um líder de uma grande empresa apresentando esses sintomas toda vez que se deparar com situações adversas, gritando com colegas em reuniões de equipe, perdendo prazos e sendo incapaz de se concentrar nas tarefas mais simples do dia a dia?

Certamente, esse líder está com os dias contados, não é mesmo? É por isso que é tão importante que líderes e gestores saibam equilibrar as emoções no ambiente de trabalho, não deixando que esses sentimentos interfiram na capacidade de tomar decisões corretas. Esses profissionais precisam entender que, antes de gerenciar pessoas, é preciso aprender a gerenciar a própria mente — e isso só é possível por meio do desenvolvimento da inteligência emocional.

Maneiras para lidar com as emoções

As emoções são caracterizadas pela junção do pensamento com sensações físicas e são provocadas por estímulos externos ou internos (lembranças, ideias, experiências vividas etc.). A reação de uma pessoa diante de um acontecimento é causada pela emoção e sintomas físicos podem aparecer, como choro, batimentos cardíacos acelerados, tremores etc.

No nosso cérebro, o sistema límbico é a área responsável por nossos comportamentos sociais e nossas emoções e integram diversas outras estruturas, como:

  • a amígdala, que serve como um indicador de perigo e nos alerta para situações em que é preciso fugir ou lutar;
  • o hipocampo, que faz com que consigamos nos recordar de situações vividas anos ou décadas atrás;
  • o hipotálamo, responsável pelos nossos comportamentos e pelo nosso “filtro” social;
  • o septo, que nos permite experimentar sensações de prazer, sexual ou não;
  • entre outras.

Até hoje, não se tem um número exato de quantas emoções um ser humano é capaz de vivenciar ao longo da vida, mas existem algumas teorias: o psicólogo estadunidense Robert Plutchik afirmou em alguns estudos que as emoções universais, que são aquelas comuns a todas as culturas ao redor do mundo, são, basicamente, 8: confiança, raiva, alegria, medo, tristeza, aversão, surpresa e antecipação.

Já o especialista e pioneiro no estudo das emoções e expressões faciais Paul Ekman diz que temos apenas 7: nojo, raiva, medo, tristeza, alegria, surpresa e desprezo. Ufa! É emoção que não acaba mais, não é mesmo?

O malabarismo das emoções

Conseguir equilibrar todas as emoções e não deixar nenhuma cair — ou melhor, explodir — é uma prática que pode ser facilmente adquirida e aprimorada, o que tornará a vida de qualquer pessoa muito mais fácil e leve. De acordo com Paul Ekman, a compreensão das emoções permite que o ser humano:

  • identifique os próprios sentimentos mais rapidamente, antes mesmo de qualquer ação ou discurso;
  • deixe de ser refém das emoções e consiga escolher como se comportar diante de qualquer situação, sem magoar ou ofender outras pessoas;
  • aprenda a ser mais sensível e empático com os problemas e sentimentos do outro;
  • utilize de maneira cautelosa as informações sobre os sentimentos das outras pessoas.

Identificação de gatilhos

Os gatilhos emocionais são, basicamente, reações desproporcionais e irracionais que temos diante de algum evento e ocorrem quando somos expostos a situações que nos remetam a algum trauma no passado. Veja o exemplo abaixo de uma situação e personagens fictícios para entender melhor.

Adriana é uma mulher casada, independente e bem resolvida profissionalmente. Na infância, presenciou a cena de seu pai indo embora de casa e abandonando a família. Após uma briga banal com o marido, Adriana fica desesperada quando este resolve sair de casa apenas para espairecer, tendo atitudes imaturas, incoerentes e impulsivas que não condizem com seu comportamento habitual.

Nesse caso, os gatilhos de Adriana são quaisquer situações que remetam ao abandono, o que acaba refletindo em todas as suas relações interpessoais, inclusive a conjugal. Mesmo que o abandono não seja real, o fato de ela pensar na ideia já provoca reações inconscientes que são impossíveis de serem controladas sem o devido tratamento, o que inclui altas doses de autoconhecimento.

Apesar de a terapia ser a maneira mais comum para tratar os gatilhos emocionais, existem algumas técnicas bastante eficientes para desarmá-los que qualquer pessoa pode tentar sozinha. Confira:

  • procure identificar o que causa a emoção e a maneira como ela se manifesta (reações físicas, pensamentos etc.);
  • crie um registro dos episódios, ou seja, descreva em uma agenda ou diário todas as situações que desencadeiam determinada emoção;
  • utilize esses dados para aprender mais sobre você e comece a ter maior consciência sobre o seu “eu interior”, conseguindo, dessa maneira, controlar os impulsos e barrar as reações desproporcionais.

Dicas para desenvolver sua inteligência emocional

Se você chegou até aqui, já aprendeu bastante sobre o poder que as emoções exercem sobre nós e a importância de se autoconhecer para equilibrá-las e controlá-las. Veja, agora, algumas dicas práticas para desenvolver a inteligência emocional e dar um up na sua vida pessoal e profissional.

Pratique a empatia

Uma pessoa empática é aquela que tem a capacidade de se colocar no lugar de outro indivíduo e compreender seus sentimentos sem qualquer tipo de julgamento e preconceito. Não há como ser emocionalmente inteligente sem ser empático, uma vez que a nossa felicidade está diretamente ligada à qualidade das nossas relações interpessoais.

Seja grato

Um aspecto muito importante da inteligência emocional é a arte de conseguir parar o que se está fazendo para agradecer as pequenas bênçãos da vida. O cheiro de café em uma manhã chuvosa, um papo gostoso com um amigo querido, um abraço sincero e uma gargalhada espontânea são coisas praticamente sem nenhum custo monetário, mas que têm um valor incalculável para o aumento da nossa felicidade.

Lembre-se do que te motiva e nunca se acomode

Quando iniciamos um projeto, qualquer que seja, geralmente carregamos dentro de nós a essência e o motivo de termos começado tal iniciativa. É exatamente dessa essência que devemos nos lembrar para não desistirmos nas primeiras dificuldades e tentar ir mais longe quando tudo parecer estável. Persistência e superação são qualidades fundamentais para quem quer alcançar a inteligência emocional.

Pratique a positividade em todos os momentos da vida

Pensamentos positivos também desempenham um papel importante para nos manter motivados e esperançosos com o futuro. No entanto, é fácil mantermo-nos otimistas quando os ventos sopram a nosso favor, o difícil é continuar acreditando mesmo depois de o barco ter afundado. É nessas horas que o indivíduo emocionalmente inteligente se diferencia, porque ele procura entender o que fez a embarcação afundar e aprende, dessa forma, a nunca mais cometer os mesmos erros.

Aja e não reaja

Quando nos deparamos com alguma dificuldade e ainda não aprendemos a controlar nossas emoções, nossa primeira reação é esbravejar e reclamar, o que, obviamente, é tão eficaz para resolver o problema quanto mascar um chiclete. Quando estamos diante de algum obstáculo, é preciso parar, refletir e agir de maneira consciente e inteligente, pois só assim conseguiremos suplantar os entraves do caminho.

Como um coach pode ajudar nesse processo?

Você sabia que, além da terapia, há outras maneiras para desenvolver o autoconhecimento e o controle das emoções? Pois é! Existem cursos e seminários com coachings altamente especializados que ajudarão você a atingir todo o seu potencial e a ser a sua melhor versão de si mesmo.

“Mas o que é um coach?”, você deve estar se perguntando. Um coach é o profissional que exerce uma atividade de desenvolvimento pessoal, ou seja, ele auxilia o cliente a evoluir em algum aspecto da vida. Para isso, ele utiliza técnicas, ferramentas e metodologias fundamentadas nos estudos de coaching, sendo absolutamente qualificado para aconselhar e instruir os clientes nas mais variadas esferas da vida.

Vantagens do domínio da inteligência emocional

Como visto, desenvolver a inteligência emocional é uma habilidade determinante para conseguirmos vencer as dores, os desafios e as dificuldades da nossa jornada, por mais pesados que às vezes esses fardos pareçam ser.

Além disso, saber domar as emoções e tomar as rédeas da própria mente pode ser a catapulta que te lançará para mais perto do sucesso e da realização profissional, afinal, é isso que os grandes empresários e gestores estão buscando nos colaboradores do futuro e que fará a diferença — e talvez até modifique completamente — o mundo empresarial.

Viu só como a inteligência emocional é ainda mais importante do que você pensava? Além de preservar e melhorar nossa saúde física e mental, ela é indispensável para a conquista da felicidade e do sucesso de qualquer ser humano, seja com a melhora na qualidade das relações interpessoais, seja com a ascensão na carreira profissional.

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